Estudante de MS ganha concurso e desenho vai para NASA

Luís diz que representar o Brasil seria uma responsabilidade muito grande, e que ele gosta de coisas desse tipo, mas que vai ter que estudar bastante.

Autor: Comunicação Bandeirantes News

14.03.2018

O estudante de Mato Grosso do Sul, Luís Felipe Pimenta de Souza, de 11 anos, fez um desenho que será enviado para o espaço.

É a segunda vez que um projeto produzido por brasileiros chega a NASA. Luis Felipe explicou que o desenho é cheio de cores, figuras e significados.

"Na parte de dentro, essa textura verde, é a cana-de-açúcar relacionada ao plástico verde e depois esse rastro amarelo é o cimento espacial que vai levar a caixa até a ISS - que é a nossa estação espacial - o único lugar que a gente pode se viver sem ser aqui na terra. Também tem a parte que eu fiz o planeta terra, que simulou a textura da água. E nessa borda também eu fiz a textura de espaço e a fonte de letra da Nasa, porque isso é uma honra para o país e por essa oportunidade que a Nasa nos deu", argumentou o estudante.


Luís Felipe não fez pouco caso em colocar as cores do Brasil no desenho e diz "Nosso país não participa tantos nestes eventos e isso é um futuro para o nosso país, a nossa geração".

O concurso é organizado por um projeto brasileiro em parceria com a Nasa, na qual enviariam cimento para o espaço e avaliariam as possibilidades de se fazer uma costrução fora da Terra.

Foi recebido durante o evento, 21 estudantes de escolas públicas de todo o país. Através de votação realizada pela internet, os cinco melhores classificados foram avaliados por uma comissão técnica. Cumprindo todos os requisitos exigidos, Luís Felipe recebeu o aval do júri.

Luís diz que representar o Brasil seria uma responsabilidade muito grande, e que ele gosta de coisas desafiadoras, mas que terá de estudar bastante.

A família sempre o incentivou a se envolver com as ciências. No quarto do estudante, a decoração é de planetas e cientistas, até macacão de estrounauta ele tem. Além disso, o pai dele é apaixonado por espaço e o ajudou a criar um clube de astronomia na escola em que frequenta. Carlos Vasque Júnior, professor de física, reconhece o talento de Luís.

"Eu vi a arte posterior quando ele fez, que nós divulgamos para todos os membros do clube. Quando eu vi a arte, eu falei, é uma arte de sucesso. Agora, ganhar o prêmio, realmente, para nós foi uma grande surpresa", ressaltou o professor.

O pai, Rafael Stevans, quer envolver o filho em outros projetos. "Nós vamos mandar o nosso próprio experimento, lá para um balão estratosférico que vai depois da camada de ozônio até a estratosfera pra que a gente possa simular situações como se fosse a atmosfera de Marte", explicou.

A mãe Patrícia Pimenta, diz com orgulho. "Quem sabe né, ele será um homem que vai fazer alguma coisa pelo país, pelo mundo, porque essa é a nossa missão, que ele se torne um homem de bem, que faça alguma coisa pelo bem da humanidade mesmo", encerrou.

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