Problemas em licitações paralisam 23 obras em Bandeirantes e outros municípios de MS

As publicações do dia 22 de março não detalham os motivos das paralisações, mas informam que se tratam de obras de pavimentação asfáltica e drenagem em Bandeirantes

30.03.2019

Mato Grosso do Sul tem, pelo menos, 23 obras de responsabilidade do Governo do Estado paralisadas devido a problemas em licitações. A pedido do Correio do Estado, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) fez um levantamento e identificou que 10% das obras do Estado tiveram que ser interrompidas por causa de alguma intercorrência junto as empresas vencedoras dos processos licitatórios. Entre as obras mais afetadas estão as de pavimentação, tanto no interior, quanto em Campo Grande.

Exemplo de que a situação é comum é que em apenas um dia, o Diário Oficial do Estado trouxe quatro extratos de paralisação de obras e outros quatro de recisão de contrato com empresas. As publicações do dia 22 de março não detalham os motivos das paralisações, mas informam que se tratam de obras de pavimentação asfáltica e drenagem em Bandeirantes, Camapuã e Campo Grande, além de recapeamento em Campo Grande, sendo que o período em que as obras devem permanecer paradas varia de 30 a 360 dias.

BUROCRACIA
Mato Grosso do Sul tem quase R$ 500 milhões em obras públicas paradas. Conforme levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), realizado entre fevereiro e março deste ano, foram identificados 59 empreendimentos inacabados por suspensão da execução dos serviços, abandono de empresas construturas, questões ambientais e desatualização de projetos, além de pendências legais. 

Além do Aquário do Pantanal, de responsabilidade do governo do Estado, também estão paradas as construções do prédio da Cadeia Pública Feminina de Campo Grande e de diversos Centros de Educação Infantil, todos de responsabilidade da prefeitura da Capital, que deixou de concluir também o Programa de Infraestrutura de Transporte e Mobilidade Urbana. Os contratos totalizam R$ 463.562.551,05, no entanto, o prejuízo pode ser ainda maior, já que muitas dessas obras, como o Aquário, receberam aditivos.

Fonte: Correio do Estado

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