Aconchego da poesia

01.11.2017

Quando o verso em fim de tarde nasce
E a felicidade é sol de ouro a se pôr,
Contemplo o amarelo tão seu
Feito arco-íris depois da chuva.
Há paz no aconchego da poesia
Nos versos que voam ao entardecer
A procura do enlace dos seus braços
Num abraço rosado de paz!
A mim, sozinha, fotografo o sol
Agora num lúrido amarelo trigo
No dissoluto da despedida
Como trem a sair da estação.
Se o adeus na tardança se faz
A dor no coração se expande
E explode estrelas cadentes.
Te respiro pouco a pouco
Nesse arfante sol poente
Onde o cheiro de inverno e
De sereno ralinho que chega
Se faz inebriante
Nas asas silentes da noite!
Embriaguei-me das belezas
Escondidas misteriosamente
Neste fim de dia
Que dança majestoso
E faz do poema boemia
Para lhe encontrar!

Fonte: www.meuspassospoetizados.blogspot.com.br

Maristela Alves

Se alguém lhe perguntar quem sou, diga para buscar em minhas poesias, nelas sou o amor que trago no coração, nelas sou a paz presente em meus dias!

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